Professora desenvolve atividades com artigos de opinião envolvendo colegas de outras matérias. O caráter interdisciplinar do trabalho ampliou seu alcance.
Professora transforma a poesia em personagem que visita e se insinua a seus alunos nas oficinas de criação de textos. Apesar dos percalços, a visita foi produtiva.
As estratégias de quem já passou por mais de uma semifinal da Olimpíada, sempre com artigo de opinião. Ela diz que a cada vez as dificuldades são diferentes.
Enfrentar a difícil realidade dos alunos e dar-lhes voz e a palavra escrita para argumentar e dizer o que pensam. Um trabalho surpreendente com artigos de opinião.
As várias tentativas, com métodos, materiais e estímulos distintos, para sensibilizar alunos do sexto ano a observar o lugar em que vivem e a criar poemas.
Foi desafiando os alunos que a professora de uma pequena cidade conseguiu dar confiança aos estudantes na hora de escreverem crônicas. Um deles foi semifinalista.
O passo-a- passo poético de uma professora com seus alunos. Juntou expressões, temas e a sonoridade local com poetas universais, como Fernando Pessoa e Cecília Meireles.
Veja o relato entusiasmado de uma professora de Goiás que trabalhou crônicas com seus alunos. “Os alunos aprenderam que nada se faz sem paixão”, ela afirma.
A criatividade de uma professora para trabalhar o gênero. Ela partiu dos conceitos, passou pelos tempos verbais, fez passeios pela cidade e ouviu ‘causos’ de idosos.
Partindo das origens do gênero até chegar aos cronistas atuais, passando por um escritor de sua cidade, professora cativa os alunos para criarem as próprias crônicas.
A experiência de quatro meses trabalhando com os alunos o gênero crônica trouxe uma certeza ao educador: professor também tem que ser pesquisador. Veja por quê.
Depois de quatro anos afastada das salas de aula, professora retoma a atividade e faz do trabalho com textos de memórias uma forma criativa de se aproximar dos estudantes.
Em forma de crônica, professora revela as tentativas para despertar os alunos para a poesia. Ela só lamentou não ter feito registro mais apurado das atividades.
Publicado em Revista Na Ponta do Lápis, edição dezembro de 2010. Leia o Relato de Prática vencedor da Olpef 2010. Quem conta a experiência é a professora Elizabeth Mendes da Silva, de Joinville (SC), da Escola Valentim João da Rocha.